O Papa Francisco visitará no próximo dia 16 de junho as áreas afetadas pelo terremoto na região italiana de Marche

Segundo informou a Sala de Imprensa da Santa Sé no dia 6 de abril, o Santo Padre sairá do Vaticano às 8h de helicóptero para a Diocese de Camerino – San Severino e pousará 45 minutos depois no Centro Esportivo da Universidade de Camerino, em Calvie.

No local, será recebido pelo Arcebispo, Dom Francesco Massara, pelo presidente da Região de Marche, Lucas Ceriscioli, pela prefeita da cidade de Macerata, Iolanda Rolli, pelo presidente da província de Macerata, Antonio Pettinari, pelo prefeito de Camerino , Gianluca Pasqui e pelo reitor da Universidade local, Claudio Pettinari.

Às 9h o Papa visitará os abrigos de emergência (SAE) na cidade de Cortine e cumprimentará as famílias que moram lá. Depois, visitará a catedral e se encontrará com os prefeitos dos municípios da Diocese.

Em seguida, o Santo Padre celebrará a Missa na Praça Cavour, às 10h30, e ao concluir, presidirá a oração do Ângelus.

Depois, o Papa almoçará com os sacerdotes da Diocese no Centro Comunitário de São Paulo. Duas horas mais tarde, o Papa vai se despedir das autoridades eclesiásticas e civis no Centro Esportivo da Universidade de Camerino e decolará do helicóptero para o Vaticano, com chegada prevista às 15h45.

Em 4 de outubro de 2016, o Papa Francisco visitou as áreas afetadas por outro terremoto na região central do país. Naquela ocasião, o Pontífice dirigiu algumas palavras de motivação aos afetados: “Desde o início senti que tinha que vir aqui! Simplesmente para dizer que estou com vocês, perto de vocês e nada mais. E que rezo, rezo por vocês. Proximidade e oração, esta é a minha oferta para vocês”, expressou o Papa.

Além disso, o Santo Padre abençoou o povo e lhes desejou que o Senhor e Nossa Senhora “os proteja neste momento de tristeza, de dor e provações” e também disse: “vamos avante, há sempre um futuro. Muitas pessoas queridas nos deixaram, caíram sob os escombros. Coragem, olhemos sempre para frente. Ajudemo-nos uns aos outros, pois se caminha melhor juntos”, concluiu.

(EFE)