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Opep+ chega a acordo para reduzir produção de petróleo em 100 mil barris por dia

06 de setembro de 2022 - Por Comunità Italiana
Opep+ chega a acordo para reduzir produção de petróleo em 100 mil barris por dia

O cartel conhecido como Opep+ chegou a um acordo na segunda-feira (5) para reduzir a produção de petróleo em 100 mil barris por dia no mês de outubro. Com isso, a oferta da commodity pelo grupo voltará aos patamares de julho e agosto com o objetivo de “estabilizar o mercado”.

A medida engloba a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e um grupo externo de produtores liderados pela Rússia, que juntos formam a Opep+, totalizando 23 nações.

O anúncio da redução da oferta pelo cartel chega três dias depois de os ministros das Finanças do G7 terem aprovado um documento que abre caminho para impor um teto aos preços do petróleo russo.

O limite seria uma forma de evitar o uso da commodity como arma de guerra por Moscou e reduzir as receitas obtidas com sua exportação pelo regime de Vladimir Putin.

“Confirmamos nossa intenção política de finalizar e implantar um veto global a serviços que permitam o transporte marítimo de petróleo russo e produtos petrolíferos em nível global”, diz o comunicado aprovado na última sexta (2) pelo G7, grupo formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.

“O fornecimento de tais serviços só será permitido se o petróleo for adquirido por um preço fixo ou abaixo de tal valor, que será determinado por uma ampla coalizão de países”, acrescenta o documento.

Chefe da diplomacia da UE acusa Rússia de fascismo

O alto representante para Política Externa da União Europeia, Josep Borrell, classificou na segunda-feira as autoridades da Rússia como um “regime fascista”. A declaração foi dada durante um discurso virtual na Conferência Interparlamentar de Praga sobre a resposta à agressão da Ucrânia, de acordo com a Europa Press.

“Não temos um plano concreto para derrotar o regime fascista russo, mas minha tarefa é mais modesta e é ajudar a Ucrânia de forma unida, além de continuar as discussões com atores internacionais para aplicar as sanções adotadas”, disse Borrell.

Iniciada em 24 de fevereiro, a ofensiva militar russa foi justificada pelo presidente russo, Vladimir Putin, como uma necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia, mas tem sido condenada pela comunidade internacional.

Durante seu discurso, inclusive, o chefe da diplomacia da UE também alertou para a redução dos arsenais dos Estados-membros do bloco com a entrega de armas e munições à Ucrânia para responder à invasão russa e apelou para uma maior coordenação.

“As reservas militares de muitos Estados-membros foram, não diria esgotadas, mas fortemente reduzidas porque temos estado a fornecer muita capacidade [militar] aos ucranianos”, declarou Borrell, enfatizando que é preciso repor e a “melhor e a mais barata maneira é ser feita conjuntamente”.

Após a crítica feita pelo executivo da UE, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou à agência russa Tass que “Borrell anulou-se totalmente como diplomata, definindo a Rússia como um regime fascista”.

“Com essas declarações, Borrell se desqualifica completamente como diplomata. É claro que nenhuma de suas declarações sobre a Rússia ou sobre as relações com a Rússia serão relevantes a partir de agora”, concluiu Peskov. (com dados da Ansa)

Comunità Italiana

A revista ComunitàItaliana é a mídia nascida em março de 1994 como ligação entre Itália e Brasil.

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