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OMS diz que Itália não pediu remoção de relatório crítico

15 de dezembro de 2020 - Por Comunità Italiana
OMS diz que Itália não pediu remoção de relatório crítico

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou na segunda-feira (14) que a Itália não pediu a remoção de um documento técnico criticando a resposta do país na primeira fase da pandemia do novo coronavírus. O relatório havia sido publicado no site da OMS em 13 de maio e removido no dia seguinte, sem maiores explicações. “Foram encontradas imprecisões no texto após a publicação”, diz uma nota divulgada nesta segunda pelo braço da organização na Europa.     

De acordo com a entidade, o objetivo era “corrigir e republicar” o documento, que havia sido escrito por um grupo de pesquisadores europeus para servir de referência a outros países que fossem atingidos pela pandemia depois da Itália.   

Entre outras coisas, o texto afirmava que os hospitais italianos tiveram uma resposta inicial ao novo coronavírus “improvisada, caótica e criativa”. Além disso, o relatório dizia que o plano do país de combate a pandemias não era atualizado desde 2006.   

Reportagem do jornal britânico The Guardian afirma que o documento teria sido removido a pedido do médico italiano Ranieri Guerra, diretor-assistente da OMS. Entre 2014 e 2017, Guerra foi diretor de prevenção sanitária no Ministério da Saúde, cargo que, em tese, era responsável pela atualização do plano antipandemias.  

De acordo com a entidade, o objetivo era “corrigir e republicar” o documento, que havia sido escrito por um grupo de pesquisadores europeus para servir de referência a outros países que fossem atingidos pela pandemia depois da Itália.   

Entre outras coisas, o texto afirmava que os hospitais italianos tiveram uma resposta inicial ao novo coronavírus “improvisada, caótica e criativa”. Além disso, o relatório dizia que o plano do país de combate a pandemias não era atualizado desde 2006.   

Reportagem do jornal britânico The Guardian afirma que o documento teria sido removido a pedido do médico italiano Ranieri Guerra, diretor-assistente da OMS. Entre 2014 e 2017, Guerra foi diretor de prevenção sanitária no Ministério da Saúde, cargo que, em tese, era responsável pela atualização do plano antipandemias.   

Em sua nota de explicação, a organização diz que o documento crítico à Itália não foi republicado após a “correção” por causa da criação de um mecanismo por meio do qual os próprios países compartilhavam suas experiências na gestão da Covid-19.   

“A transparência em todos os comunicados é essencial para assegurar credibilidade e confiança na OMS. Devido ao grande interesse midiático neste relatório e para evitar mal-entendidos, a OMS pode compartilhar esse documento que havia sido publicado e removido, mediante solicitação”, acrescenta a nota.   

A Itália é um dos países mais atingidos pela pandemia em todo o mundo e, nas primeiras semanas da crise, conviveu com hospitais em colapso devido ao crescimento exponencial dos casos, especialmente na Lombardia.   

A falta de um plano antipandemias atualizado é um dos pilares do inquérito conduzido pelo Ministério Público de Bergamo para apurar eventuais responsabilidades nas mortes registradas na primeira fase da crise.   

Em entrevista ao Guardian, um dos autores do relatório da OMS, Francesco Zambon, disse ter sido impedido pela entidade de depor ao MP de Bergamo e que Guerra o ameaçara de demissão caso ele não alterasse o documento. O médico não se pronunciou sobre a acusação de Zambon. (Ansa)

Comunità Italiana

A revista ComunitàItaliana é a mídia nascida em março de 1994 como ligação entre Itália e Brasil.

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