Tragédia anunciada Em junho, o discurso mostrava-se supostamente conciliador, com o vice-premier e ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, afirmando categoricamente que a “última coisa” de que o país precisava era uma “crise no governo” e que o mandato seguiria adiante, sem mácula ou rusgas. Mas no dia 8

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