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Líderes do G7 anunciam que irão banir importação de ouro da Rússia

26 de junho de 2022 - Por Comunità Italiana
Líderes do G7 anunciam que irão banir importação de ouro da Rússia

Os líderes do G7, grupo que reúne os sete países mais ricos do mundo, anunciaram neste domingo (26) que vão banir a importação de ouro proveniente da Rússia. A medida foi divulgada na abertura da cúpula do G7 nesta manhã, na Alemanha, e faz parte de uma série de sanções do grupo contra Moscou na tentativa de isolar ainda mais o regime de Vladimir Putin após a invasão à Ucrânia.

“Os Estados Unidos impuseram custos sem precedentes a Putin para negar a ele os recursos necessários para financiar sua guerra contra a Ucrânia. Unido, o G7 anunciará a proibição da compra de ouro russo, uma exportação significativa que arrecada dezenas de bilhões de dólares para a Rússia”, escreveu o presidente dos EUA, Joe Biden, no Twitter.

De acordo com o premiê do Reino Unido, Boris Johnson, a proibição do ouro da Rússia “atingirá diretamente os oligarcas russos e o coração da máquina de guerra de Putin”.

“Putin está desperdiçando seus escassos recursos nesta guerra sem sentido e bárbara. Ele está bancando seu ego às custas dos povos ucraniano e russo. Precisamos privar o regime de Putin de seu financiamento”, afirmou.

Segundo a agência italiana de notícias ‘Ansa’, as negociações sobre a proibição do ouro russo ainda não foram encerradas, apesar das confirmações.

O norte-americano e os outros líderes do G7, incluindo o primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, estão reunidos para debater principalmente formas de garantir o fornecimento de energia e combater a inflação, embora ainda haja divergências sobre os temas.

“Devemos ficar juntos. Putin espera que alguém do G7 e da Otan se separe, mas isso não aconteceu e não acontecerá”, enfatizou Biden ao chanceler alemão, Olaf Scholz. “Estamos unidos, estamos juntos”.

Washington teria interesse em discutir um teto para o preço do petróleo, mas a questão converge com a do limite no valor do gás, explicou uma fonte do governo norte-americano.

Segundo os relatos, ainda “não houve uma discussão muito ampla sobre o teto de preço ao valor do petróleo”. Além disso, o presidente do conselho da UE, Michel, explicou que os países da UE devem ser impedidos de se tornarem vítimas colaterais das sanções e pediu um acordo para a saída do grão dos portos do Mar Negro.

US$ 600 bilhões para países em desenvolvimento

Também durante a cúpula do G7 neste domingo, os Estados Unidos, juntamente com os demais países do G7, divulgaram que pretendem destinar US$ 600 bilhões até 2027 para investimentos em “infraestruturas de qualidade e sustentáveis” ao redor do mundo. O presidente americano, Joe Biden, anunciou que os EUA contribuirão com US$ 200 bilhões nos próximos 5 anos.

“A ‘Parceria para Infraestrutura e Investimento Global’ proporcionará projetos revolucionários para preencher a lacuna de infraestrutura nos países em desenvolvimento, fortalecer a economia global e as cadeias de suprimentos e promover a segurança nacional dos Estados Unidos”, informou o democrata.

A iniciativa foi lançada por Biden e outros líderes do G7 na cúpula da Cornualha para oferecer uma alternativa à Rota da Seda e combater a influência da China no mundo em desenvolvimento.

Segundo o líder americano, “quando as democracias se unem, não há nada que não possam alcançar”. “Este plano não é caridade. É um investimento que terá retorno para os americanos e para todos os cidadãos do mundo”, disse ele ao apresentar a iniciativa de infraestrutura ao G7.

Para a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, hoje o mundo precisa desses investimentos mais do que em qualquer outro momento”. “Teremos que trabalhar lado a lado”.

Antes do anúncio, o chanceler alemão, Olaf Scholz, manifestou a “preocupação compartilhada” pelo G7 devido à situação econômica global, sobretudo por causa do aumento da inflação e da crise energética em decorrência da guerra na Ucrânia.

“Partilhamos desta preocupação”, disse ele, enfatizando “a confiança” de que os líderes do grupo saberão lançar “a mensagem necessária de coesão” em meio a situação criada pela “brutal agressão” lançada pelo presidente russo, Vladimir Putin.

Piada com Putin

Durante a cúpula na Alemanha, os líderes do G7 ironizaram as fotografias do presidente da Rússia, Vladimir Putin, sem camisa divulgadas ao longo dos anos. Durante a reunião na qual a invasão russa à Ucrânia é a pauta principal, os líderes fizeram uma piada sobre as poses que podem garantir a eles uma postura de “mais durões” que a de Putin.

Em tom de brincadeira, o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, questionou seus parceiros se deveria ficar com o terno ou não, ao chegar à mesa de trabalho.

“Casacos? Jaquetas? Vamos tirar nossos casacos?”, brincou o premiê britânico. “Temos de mostrar que somos mais durões que Putin”.

Na sequência, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, acrescentou: “”Teremos uma exposição de montar a cavalo com o peito nu”, fazendo referência à foto pitoresca do líder russo de 2009 andando à cavalo sem camisa.

Johnson, por sua vez, deu outra sugestão: “Vamos mostrar nossos peitorais”, sugeriu ele, entre risos dos presentes. Segundo a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, “andar a cavalo é a melhor coisa”.

Por fim, os líderes posaram – com seus casacos – para fotos, antes que os repórteres fossem convidados a deixar a sala.

Antes do início da sessão da tarde da cúpula, os líderes do G7 passearam pelos jardins do Castelo de Elmau e tiraram fotos. Ao longo do caminho, Draghi passou muito tempo conversando com o presidente francês, Emmanuel Macron. (com dados da Ansa)

Comunità Italiana

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