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Editoriais

Lição que vem do Reino Unido

15 de janeiro de 2014 - Por Comunità Italiana
Lição que vem do Reino Unido

À s 18h do dia 14 de junho, Itália e Inglaterra se enfrentam em Manaus, um jogo que já tem diversos contornos emocionantes. Mas, fora dos gramados, é o Reino Unido dos ingleses que vem tendo o desempenho que o povo quer.

Entre 2011 e 2013, o Reino Unido reduziu a despesa pública para menos de 13,8 bilhões de libras esterlinas (equivalente a R$ 53 bilhões) e a arrecadação de impostos aumentou pouco mais de 1 bilhão (R$ 3,9 bilhões). Desde então, teve como resultado a diminuição da taxa de desemprego, que chegou a 7,6% em novembro do ano passado, com 1 milhão de empregados a mais no mercado.

O número de dependentes públicos caiu em mais de 400 mil, o que demonstra que se o sistema país funciona não se faz necessário um inchaço de trabalhadores no setor público. Por estar fora da zona do Euro, a United Kingdom pôde desvalorizar a sua moeda em cerca de 15% e assim dar maior atratividade aos negócios, mas, por outro lado, a Irlanda, que é integrante do bloco europeu, não pode fazer qualquer ajuste na moeda sem o consentimento de Bruxelas, mesmo assim cresce a uma velocidade duas vezes maior que a média europeia. E isso foi possível graças aos cortes públicos.

Na contramão, os governos franceses, em particular o atual de François Hollande, tentaram ajustar as contas com a crise aumentando a pressão fiscal. Resultado? O número de desocupados continua a crescer, saiu de 9,6% em 2011 e chega a atuais 11%. E, enquanto no resto da comunidade europeia a indústria manufatureira dá sinais de recuperação (inclusive na Grécia), os índices franceses chegam ao nível mais baixo dos últimos sete anos.

O Times de 2 de janeiro publicou texto do primeiro-ministro David Cameron com o seu claro orgulho em afirmar que “voltamos a crescer graças a uma política econômica que virou as costas para quem pedia maior despesa pública e débito. Para ter a certeza de que estamos certos basta olhar para aqueles que cederam à ilusão desse binômio.”

Esse alerta serve para o Brasil e à Itália. Os dois países sustentam um alto custo da máquina pública e despesas exorbitantes com a política. Na bota surge a esperança a partir da liderança de Matteo Renzi, jovem secretário geral do partido de centro-esquerda. Ele defende a diminuição em 1 bilhão de euros dos custos com a política. Por aqui, o peso da coisa pública assusta, basta ver o número de ministérios.

Boa leitura!

Comunità Italiana

A revista ComunitàItaliana é a mídia nascida em março de 1994 como ligação entre Itália e Brasil.

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