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Bolsas em leve alta, prévia do PIB no Brasil e mais assuntos que vão movimentar o mercado hoje

15 de outubro de 2021 - Por Comunità Italiana
Bolsas em leve alta, prévia do PIB no Brasil e mais assuntos que vão movimentar o mercado hoje

A sessão desta sexta-feira (15) é de alta para as bolsas mundiais. Nos EUA, os investidores seguem repercutindo a temporada de resultados em Wall Street em meio à divulgação de dados melhores do que o esperado de bancos na véspera. Nesta data, atenção para os números de vendas no varejo por lá, além dos dados do Goldman Sachs do terceiro trimestre.

Cabe ressaltar que, na véspera, as bolsas americanas tiveram ganhos, mas o Ibovespa não acompanhou o movimento e fechou em leve queda de 0,24%, pressionado principalmente por ações de empresas ligadas ao consumo doméstico. Nesta sessão, atenção para o IBC-Br de agosto, considerado uma prévia mensal do PIB do Banco Central, e para o vencimento de opções sobre ações, que pode adicionar volatilidade para as principais ações do Ibovespa.

Confira os destaques:

1. Bolsas mundiais

Estados Unidos

Os índices futuros americanos avançam nesta sexta-feira (15).

Na quinta, o S&P teve alta de 1,71%, em seu melhor desempenho desde o início de março; o Dow avançou 1,55%, encerrando uma série de quatro dias de perdas; o Nasdaq avançou 1,73%, em seu melhor desempenho desde maio. Assim, as três principais bolsas dos Estados Unidos caminham para fechar a semana com desempenho positivo.

Oito grandes empresas do S&P divulgaram resultados trimestrais na quinta-feira pela manhã, todos eles acima da expectativa do mercado. Dentre elas estão Bank of America, Morgan Stanley, Wells Fargo e Citigroup.Entre as empresas que divulgam seus resultados nesta sexta estão Goldman Sachs, J.B. Hunt e PNC Financial.

Na quinta o Departamento de Emprego dos Estados Unidos divulgou dados semanais sobre pedidos de seguro-desemprego, que totalizaram 293 mil. Foi a primeira vez desde o início da pandemia que o indicador veio abaixo de 300 mil. Também na quinta foi divulgado o índice de preços ao consumidor relativo aos Estados Unidos, que subiu 0,4% em setembro frente ao mês anterior, e 5,4% frente ao ano anterior. A inflação acelerada no período pós-pandemia é uma fonte de preocupação entre investidores.

Ásia

As bolsas asiáticas tiveram em sua maioria altas na sexta, com destaque para a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company, que avançou 4,71% após divulgar resultados fortes para o terceiro trimestre, de 156,3 bilhões de dólares taiwaneses (US$ 5,57 bilhões), acima d expectativa de analistas ouvidos pela Refinitiv, de 149 bilhões de dólares taiwaneses.

Ainda em destaque, o banco central da China rompeu o silêncio sobre a crise da China Evergrande ao dizer que os riscos para o sistema financeiro decorrentes dos problemas da incorporadora são “controláveis” e improváveis de se espalharem.

Autoridades e governos locais estão resolvendo a situação com base em “princípios orientados ao mercado e no Estado de direito”, disse Zou Lan, representante do Banco Popular da China, em coletiva de imprensa na sexta-feira. O banco central pediu que instituições financeiras mantenham a oferta de crédito ao setor imobiliário “estável e ordenada”, disse Zou, diretor do departamento de mercados financeiros.

Europa

Na Europa, o índice Eurostoxx, que reúne as ações de 600 empresas de todos os principais setores de 17 países europeus, avança 0,3%, com destaque positivo para bancos e negativo para empresas do setor de saúde. Na França, a inflação ao consumidor veio em 0,2% negativo em setembro em comparação com o mês imediatamente anterior. Na base de comparação anual, o indicador teve desempenho positivo em 2,7%.

Commodities

Investidores se mantêm atentos para os preços do petróleo, que tiveram alta na quinta após a Arábia Saudita não atender a pedidos da Organização dos Países Produtores de Petróleo e aliados (Opep+) de incrementar a oferta.

Além disso, a Agência Internacional de Energia (AIE) afirmou que altas de preços do gás natural podem impulsionar a demanda por petróleo por parte de geradoras de energia. Os preços do minério de ferro negociado na Bolsa de Dalian registraram queda.

Veja os principais indicadores às 7h30 (horário de Brasília):

Estados Unidos

*Dow Jones Futuro (EUA), +0,38%
*S&P 500 Futuro (EUA), +0,32%
*Nasdaq Futuro (EUA), +0,26%

Europa

*FTSE 100 (Reino Unido), +0,22%
*Dax (Alemanha), +0,36%
*CAC 40 (França), +0,43%
*FTSE MIB (Itália), +0,57%

Ásia

*Nikkei (Japão), +1,81% (fechado)
*Shanghai SE (China), +0,4% (fechado)
*Hang Seng Index (Hong Kong), +1,48%
*Kospi (Coreia do Sul), +0,88%

Commodities e Bitcoin

*Petróleo WTI, +0,91%, a US$ 82,05 o barril
*Petróleo Brent, +0,92%, a US$ 84,77 o barril
*Bitcoin, +2,47% a US$ 59.083,08
*Sobre o minério de ferro: **O minério negociado na bolsa de Dalian teve queda de 0,96%, a 723,5 iuanes, o equivalente a US$ 112,51.
USD/CNY = 6,43

2. Agenda

Brasil

Vencimento de opções sobre ações
8h: Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) registra em outubro queda de 0,31%, depois de cair 0,37% no mês anterior
9h: Prévia do PIB medida pelo IBC-Br de agosto, com expectativa do consenso Refinitiv de queda de 0,05% na comparação mensal
9h30: BC faz novo leilão de swap extra, em oferta de até 20 mil contratos (US$ 1 bilhão)
10h: Bruno Serra, diretor de política monetária Bruno Serra participa às 10h de live sobre “Cenário e perspectivas de 2022 do Brasil e Global”, organizada pela Upon Global
14h: Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, faz palestra em evento do Goldman Sachs

Estados Unidos

9h30: Vendas no varejo relativas a setembro, com projeção de queda de 0,2% na base mensal
11h: Estoques empresariais de agosto, com projeção de alta de 0,6%
11h: Dados de confiança do consumidor
13h20: John Williams, do Federal Reserve, realiza um discurso

3. Covid, vacinação e potencial medicamento

Na quinta (14), a média móvel de mortes por Covid em 7 dias no Brasil ficou em 344, queda de 35% em comparação com o patamar de 14 dias antes. Em apenas um dia, foram registradas 558 mortes.

As informações são do consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias de Saúde no Brasil, que divulgou, às 20h, o avanço da pandemia em 24 h. A média móvel de novos casos em sete dias foi de 11.335, o que representa queda de 32% em relação ao patamar de 14 dias antes.

Em apenas um dia foram registrados 14.813 casos. Chegou a 150.659.242 o número de pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a Covid no Brasil, o equivalente a 70,63% da população.

A segunda dose ou a vacina de dose única foi aplicada em 101.836.974 pessoas, ou 47,47% da população. A dose de reforço foi aplicada em 3.374.171 pessoas, ou 1,58% da população. Na quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar a vacinação.

Em entrevista à Rádio Novas de Paz, de Pernambuco, Bolsonaro afirmou: “Quando você começa a discutir vacina, virou mais do que um tabu, virou crime. Vem logo o pessoal te acusando de negacionista, terraplanista, um montão de coisas”. “Agora a vacina ainda é uma interrogação”, emendou.

Dados e estudos do próprio governo e de instituições de pesquisa governamentais, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), entretanto, comprovam que a redução do número de infectados e óbitos por Covid se deu principalmente com a ampliação da vacinação no Brasil.

O presidente afirmou que não tomou a vacina e não foi contaminado. Ele questionou o fato de pessoas terem ido aos EUA e contraíram a doença e ele não, insinuando que haveria um lobby da indústria farmacêutica para vender vacinas ao país.

Estudos indicam que, mesmo quando não evita a contaminação pelo vírus, a vacina reduz fortemente o risco de internação e morte entre os vacinados, e tende a reduzir o ritmo de propagação do vírus na população. À noite, em sua transmissão semanal pelas redes sociais, Bolsonaro voltou a questionar a necessidade de pessoas que já contraíram o coronavírus se vacinarem, assim como crianças.

O presidente também citou, como parte desse suposto lobby, a discussão sobre a instituição de um passaporte de vacinação. “Por que quem já contraiu o vírus é obrigado a tomar a vacina? Será eu não estou afirmando será que é o lobby das vacinas? Os interesses das indústrias farmacêuticas que estão faturando bilhões com a vacina? Será? Porque não tem cabimento”, questionou o presidente. “Será que governadores, prefeitos, estão obrigando o passaporte vacinal, estão apoiando o lobby dessas indústrias farmacêuticas? Eu não estou acusando, estou botando apenas uma interrogação”, disse. Bolsonaro aproveitou para reforçar, sem citar nomes, sua defesa de remédios comprovadamente ineficazes contra a Covid-19.

Em evento online promovido pela organização Atlantic Council na quarta, o ministro da Economia Paulo Guedes afirmou que a importância da vacinação em massa foi tópico importante nas reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI) das quais participou em Washington, nos Estados Unidos. Ele frisou que sua mensagem, nesses encontros, foi de que o elevado percentual de vacinação dos brasileiros está proporcionando “uma volta segura ao trabalho”. A cobertura vacinal com a primeira dose no Brasil supera aquela de Estados Unidos e da Alemanha.

Além disso, reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal Folha de S. Paulo afirma que a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) negocia produzir para o SUS o antiviral molnupiravir, desenvolvido pela farmacêutica MSD e apontado como uma aposta para tratamento no início dos sintomas de Covid. No início do mês, a empresa havia afirmado que dados preliminares a partir de testes com a pílula oral de molnupiravir indicaram redução em cerca de 50% do risco de hospitalização e mortes para pacientes que podem desenvolver formas graves da doença.

4. Crise hídrica, Selic e desoneração da folha

Em um discurso em uma conferência religiosa na quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que irá determinar ao Ministro de Minas e Energia, almirante de esquadra Bento Albuquerque, que suspenda a aplicação da bandeira tarifária vermelha nas contas de luz e retome a cobrança “normal” a partir do próximo mês.

Segundo o presidente, o país encontrava-se na “iminência de um colapso” na questão da energia elétrica, mas as chuvas dos últimos dias melhoraram a situação.

“Dói a gente autorizar o ministro Bento, das Minas e Energia, a decretar a bandeira vermelha”, disse o presidente. “Vou pedir para ele pedir, não, determinar que ele volte à bandeira normal a partir do mês que vem”, acrescentou.

Reportagem de capa do jornal O Estado de S. Paulo desta quinta afirma que, com as dificuldades na geração de energia por hidrelétricas, o governo planeja investir R$ 20 bilhões nos próximos 10 anos na renovação e na ampliação do parque nacional de usinas termelétricas movidas a carvão mineral.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou, porém, que apoia somente projetos de energia limpa e que, até segunda ordem, não pretende financiar o programa. Em 2016, o banco decidiu vetar repasses para este tipo de projeto.

Além disso, em evento on-line promovido pela XP a diretora de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central, Fernanda Guardado, destacou que o BC está muito confortável com o ritmo de aperto monetário que adotou, em referência à alta de 1 ponto nos juros básicos que foi aplicada nas últimas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom).

Ela afirmou que os modelos internos da autarquia mostram que, com esse ritmo, o BC entregará a inflação na meta no ano que vem, compromisso que ela reiterou que está sendo perseguido com afinco.

O BC tem sinalizado que deverá novamente subir os juros nesta magnitude na próxima reunião do Copom, que acontece no fim deste mês. Atualmente, a Selic está em 6,25% ao ano.

“Não está fora da mesa (a adoção de uma mudança), mas estamos muito confortáveis no momento com o ritmo que escolhemos. Estamos muito confiantes que esse ritmo, nossas ações, nosso ciclo serão suficientes”, disse ela.

Também na quinta, um dos relatores de proposta que prevê a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da Economia, o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), afirmou que a próxima semana deve ser decisiva para o andamento da proposta.

Segundo o deputado, que relatou a proposta na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, há uma reunião prevista para a segunda-feira com representantes dos setores, a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Bia Kicis (PSL-DF), e o relator da matéria no colegiado, Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG).

“Nesta semana nada andou em razão do feriado. Mas a semana que vem será decisiva”, disse o deputado à agência internacional de notícias Reuters.

5. Radar corporativo

Petrobras (PETR3;PETR4)

Ontem, após o presidente Jair Bolsonaro dizer que tem vontade de privatizar a Petrobras, o vice-presidente Hamilton Mourão mostrou-se favorável à venda da estatal. “No futuro, a Petrobras terá que ser colocada no mercado de modo que a gente rompa essa estrutura de monopólio, que no final das contas termina por prejudicar o País”, afirmou o general.

Pela manhã, em entrevista a uma rádio de Pernambuco, o chefe do Executivo citou vontade de vender a companhia em meio à dificuldade do governo em conter a alta dos combustíveis. “É muito fácil, ‘aumentou a gasolina, culpa do Bolsonaro’. Eu tenho vontade, já tenho vontade de privatizar a Petrobras”, disse.

GPA ([ativo=PCAR3) e Assaí ([ativo=ASAI3])

O GPA informou a venda de 71 pontos comerciais, instalados em diversos Estados, para o Assaí. Conforme o fato relevante, a transação envolve um valor estimado a ser recebido pelo GPA de R$ 5,2 bilhões, dos quais R$ 4 bilhões serão pagos pelo Assaí, de forma parcelada, entre dezembro deste ano e janeiro de 2024.

Adicionalmente, o GPA celebrou outro memorando com um fundo imobiliário, com a interveniência e garantia do Assaí, regulando a alienação de 17 imóveis próprios do GPA.

Neste caso, o preço estimado de venda desses imóveis é de R$ 1,2 bilhão, e será pago pelo fundo imobiliário ao GPA. Simultaneamente, o Assaí também celebrou outro memorando com o fundo imobiliário regulando a locação, após a conclusão da transação, dos imóveis adquiridos pelo Fundo para Assaí, pelo prazo de 20 anos, renováveis por igual prazo.

EDP Brasil (ENBR3)

A companhia goiana de transmissão de energia (Celg T) foi arrematada pela Pequena Central Hidrelétrica, que é controlada pela EDP Brasil, pelo valor de R$ 1,977 bilhão, com ágio de 80,1%.

O lance mínimo para arrematar a empresa era de R$ 1,097 bilhão.

Com isso, a EDP agregou ao portfólio mais três concessionárias de transmissão, que somam 756 quilômetros de linhas e 14 subestações.

Itaú Unibanco (ITUB3ITUB4)

O Itaú Unibanco aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) em substituição aos dividendos mensais de novembro e de dezembro deste ano.

Conforme o banco, o valor líquido será de R$ 0,015 por ação e terá como base de cálculo as posições acionárias de 29 de outubro e de 30 de novembro. Dessa forma, o valor líquido por ação, considerando as duas competência de proventos mensais, somará R$ 0,030.

O Itaú também aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio complementar, no valor líquido de R$ 0,224868 por ação. O montante total a ser distribuído será de R$ 2,199 bilhões, líquidos de impostos, pagos até 30 de abril de 2022, com crédito contábil em 26 de novembro de 2021, tendo como base de cálculo a posição acionária final registrada no dia 19 de novembro de 2021.

PDG (PDGR3)

A construtora PDG, que chegou a ser considerada líder do mercado da construção civil no Brasil, no início da década passada, saiu do seu processo de recuperação judicial.

Segundo fato relevante, o encerramento do processo foi proferido pelo Juízo da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca da Capital de São Paulo nesta quinta-feira (14).

“A Recuperação Judicial permitiu ao Grupo PDG a reestruturação de um passivo de mais de R$ 5,3 bilhões perante mais de 22.000 credores”, informou.

Dessa forma, conforme a sentença, a PDG cumpriu todas as obrigações previstas no plano de recuperação judicial e seu aditamento, aprovados respectivamente em 2017 e 2020.

Direcional (DIRR3)

A Direcional registrou o 5º recorde nas vendas líquidas dos últimos 6 trimestres, alcançando R$ 643 milhões, alta de 40,2% na base anual.

No acumulado dos nove meses de 2021, as vendas líquidas atingiram R$ 1,8 bilhão, crescimento de 53% sobre o mesmo período de 2020.

Tenda (TEND3)

As vendas líquidas da Tenda (TEND3) encerraram o 3T21 em R$ 770 milhões, alta de 4% no ano. Já nos primeiros nove meses de 2021 as vendas liquidas contabilizaram R$ 2,3 bilhões, o que reflete um aumento de 33%. No trimestre, o VSO da companhia foi de 33% enquanto no ano bateu os 60%.

A Tenda lançou 11 empreendimentos no 3T21 totalizando um volume de R$ 634 milhões, queda de 36% no ano. No acumulado foram lançados 41 projetos somando um VGV de R$ 2,2 bilhões, aumento de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

RNI ([ativo=RNDI3])

As vendas líquidas da RNI (RNDI3) para o 3T21 totalizaram R$ 149 milhões, 8% superior na base anual. No acumulado dos nove meses de 2021, a companhia registrou R$ 481 milhões em vendas líquidas, 26% superior aos primeiros nove meses do ano passado.

Lavvi (LAVV3)

As vendas líquidas contratadas da Lavvi (LAVV3) no terceiro trimestre de 2021 totalizaram R$ 192 milhões, apresentando crescimento de 469% na base anual. No acumulado do ano, as vendas líquidas totalizam R$ 785 milhões, 965% acima do volume vendido ao longo dos primeiros nove meses de 2020.

Porto Seguro (PSSA3)

A Porto Seguro informou que um ataque cibernético causou instabilidade em seus canais de atendimento e em alguns de seus sistemas.

“A empresa ativou prontamente todos os protocolos de segurança e, desde as 15h, vem restabelecendo gradualmente seu ambiente e segue trabalhando para retomar a normalidade o mais breve possível”, informou a empresa por meio de nota.

O texto informa também que, “até o momento, não foi identificado qualquer vazamento de dados da companhia, suas controladas, seus clientes e/ou parceiros, incluindo quaisquer dados pessoais”.(InfoMoney com Bloomberg, Estadão Conteúdo e Reuters)

Comunità Italiana

A revista ComunitàItaliana é a mídia nascida em março de 1994 como ligação entre Itália e Brasil.

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