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Autoridades sanitárias prevêem aumento dos casos de Covid após reabertura das escolas na Itália

28 de agosto de 2020 - Por Comunità Italiana
Autoridades sanitárias prevêem aumento dos casos de Covid após reabertura das escolas na Itália


As autoridades sanitárias da Itália esperam um “leve incremento” nos novos casos do coronavírus com a retomada das aulas presenciais no país, marcada para o dia 14 de setembro.

A Itália vive um crescimento nos contágios há cerca de dois meses e registrou 1.411 casos na quinta-feira (28), maior número desde o dia 6 de maio, ainda antes do fim da quarentena no país.

“A escola pode produzir um leve incremento do índice de transmissão. Esperamos, como está acontecendo no exterior, algum leve incremento”, disse Agostino Miozzo, coordenador do comitê do governo de combate à pandemia, em audiência na Câmara dos Deputados.

A decisão de permitir a reabertura das escolas apenas no início do próximo ano letivo, em setembro, virou o principal motivo de críticas da oposição conservadora, que vem cobrando a demissão da ministra da Educação, Lucia Azzolina.

Para os partidos de direita, as aulas presenciais deviam ter voltado logo após o encerramento da quarentena, entre maio e junho. Ao todo, as escolas italianas completarão seis meses fechadas. A única zona que abrirá os colégios antes do restante do país é a província de Bolzano, em 7 de setembro.

As diretrizes do governo preveem a manutenção de distância mínima de um metro entre os estudantes, tanto na sala de aula como em ônibus escolares, e uso obrigatório de máscaras de proteção por crianças com mais de seis anos de idade. Alunos com deficiência também não precisarão utilizar a proteção.

O governo iniciou a distribuição de máscaras e álcool gel nos colégios nesta quinta-feira, enquanto as novas carteiras, com espaço para apenas um estudante, ao invés de dois, como acontecia até então, chegarão às escolas a partir de amanhã.

“Fizemos um trabalho enorme para garantir ao máximo a segurança de estudantes e de todos os funcionários”, disse Azzolina em uma transmissão via streaming. A ministra deve ser alvo de uma moção de desconfiança preparada pela oposição no Parlamento.

O governo também preferiu não obrigar a medição de temperatura na entrada das escolas, deixando a tarefa para os pais. “Quase todos têm termômetro em casa”, justificou Azzolina recentemente.

500 novos focos em uma semana

Um relatório divulgado na quinta-feira pelo Instituto Superior de Saúde (ISS) e Ministério da Saúde da Itália revelou que atualmente existem 1374 focos da doença ativos no país europeu, um acréscimo de 490 novos surtos em uma semana.

De acordo com o estudo sobre a evolução da pandemia no território italiano, entre 17 e 23 de agosto, ambos os números estão aumentando pela quarta semana consecutiva. Na anterior, foram notificados 1077 surtos ativos, dos quais 281 eram novos.

“Isso implica um maior empenho dos serviços locais nas atividades de rastreamento de contatos. Os serviços conseguiram até agora conter a transmissão local do vírus, mas, se a tendência atual de aumento da incidência persistir, as capacidades de respostas poderão ser severamente testadas”, alerta o texto.

Segundo a pesquisa, a maioria dos casos de contágio de Sars-CoV-2 continua a ser contraída no território nacional.

“20,8% dos novos casos diagnosticados na semana de acompanhamento são importados do estrangeiro, porém, em relação à semana anterior, há um aumento de casos importados de outra região ou província (de 2,3% na semana de monitoramento anterior para 15,7% na semana atual)”.

Ao todo, pelo menos 16 regiões e províncias autônomas relataram um aumento no número de contágios em relação à semana anterior que não pode ser atribuído apenas às importações do exterior.

Embora o número em muitas regiões e províncias continue baixo, em outras realidades regionais continua sendo notificado um elevado número de novas infecções e “se observa uma tendência generalizada de aumento”. “Isso deve exigir cautela, pois denota que em algumas partes do país a circulação do vírus ainda é significativa”, acrescenta o ISS e o Ministério da Saúde.

Além disso, nesta última semana de monitoramento, 36% das novas contaminações diagnosticadas na Itália foram identificadas por triagem, enquanto 32% nas atividades de rastreamento de contatos. Os demais casos, porém, foram classificados como sintomáticos (27%), não relatado (5%).

Outro dado relevante é sobre a idade média dos casos diagnosticados, que é de 29 anos, confirmando uma tendência decrescente. O resultado está relacionado com o fato de que os jovens estão circulando com maior frequência depois da reabertura de atividades comerciais.

O relatório ainda indica que “há uma mudança na dinâmica de transmissão, com surgimento de casos e surtos associados a atividades recreativas tanto na Itália quanto no exterior, e uma menor gravidade clínica dos casos diagnosticados que, na maioria dos casos, são assintomáticos”.

De uma forma geral, é “essencial manter uma elevada consciência da população em geral sobre o agravamento da situação epidemiológica e a importância de continuar a cumprir rigorosamente todas as medidas necessárias para reduzir o risco de transmissão, como a higiene pessoal, o uso de máscaras e distanciamento físico”. (dados da Ansa)

Comunità Italiana

A revista ComunitàItaliana é a mídia nascida em março de 1994 como ligação entre Itália e Brasil.

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