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Assembleia Geral da ONU aprova resolução contra invasão da Ucrânia pela Rússia

03 de março de 2022 - Por Comunità Italiana
Assembleia Geral da ONU aprova resolução contra invasão da Ucrânia pela Rússia

Foram 141 votos a favor, 5 contra e 35 abstenções. Texto não tem força de lei, funciona como uma recomendação da ONU e revela como a comunidade internacional vê a invasão

Após três dias de discursos de mais de cem de países no Fórum da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) para defender a paz e a segurança, na quarta-feira (2) foi aprovada uma resolução contra a invasão russa da Ucrânia. Foram 141 votos a favor, 5 contra e 35 abstenções.

A Itália e o Brasil se alinharam à ampla maioria e votaram a favor. Os países que votaram contra foram Rússia, Belarus, Síria, Coreia do Norte e Eritreia. A China se absteve.

O texto “deplora nos mais fortes termos a agressão da Rússia contra a Ucrânia”. Ela é não vinculante, o que significa que, a partir dela, os países não são obrigados a fazer nada. Sua importância, portanto, é política: mostra como a maioria dos países vê a invasão promovida por Moscou.

Boa parte da comunidade internacional acusa a Rússia de Vladimir Putin de violar o artigo 2 da Carta das Nações Unidas, que pede aos seus membros para não recorrer a ameaças ou à força para solucionar conflitos.

Votação da ONU sobre a invasão russa da Ucrânia em 2 de março de 2022 — Foto: Reprodução/ONU
Votação da ONU sobre a invasão russa da Ucrânia em 2 de março de 2022 — Foto: Reprodução/ONU

O texto, promovido pelos países europeus e Ucrânia, e apoiado por 141 países de todas as regiões do mundo, sofreu inúmeras alterações nos últimos dias para chegar a um acordo mínimo aceitável para os mais relutantes.

A resolução deixou de “condenar”, como estava inicialmente previsto, para “deplorar nos mais fortes termos a agressão da Rússia contra a Ucrânia”.

Praticamente todos os oradores na Assembleia condenaram a guerra, a insegurança e o risco de escalada do conflito armado em um mundo que começava a se recuperar dos estragos devastadores da pandemia de covid-19, como demonstra a escalada de preços das matérias-primas, principalmente do gás e petróleo, ou a queda das bolsas de valores.

Sem mencionar a iminente crise humanitária que já levou centenas de milhares de ucranianos a deixar o país em busca de um lugar seguro e causou dezenas de mortes de civis.

A Rússia sustenta que sua invasão é “legítima defesa”. “Não foi a Rússia que iniciou esta guerra. Essas operações militares foram iniciadas pela Ucrânia contra os habitantes de Donbass (a região separatista no leste do país) e contra todos aqueles que não concordavam com ela”, defendeu como um mantra o embaixador russo Vassily Nebenzia, no fórum internacional em Nova York.

Itália ‘condena com firmeza’ ataque russo à Ucrânia

O embaixador Maurizio Massari, representante permanente da Itália na Assembleia Geral da ONU, condenou veementemente o ataque russo à Ucrânia, durante a reunião extraordinária da organização na última segunda-feira (28).

Em seu discurso, o diplomata criticou a posição da Belarus como “facilitador desta agressão”, ressaltou que a invasão concretiza “uma clara violação do direito internacional e da Carta das Nações Unidas” e pediu a retirada imediata das forças russas do território ucraniano.

“Com o Conselho de Segurança impossibilitado de adotar uma resolução devido ao veto russo, a Assembleia Geral foi obrigada a fazer ouvir sua voz diante de uma ameaça tão séria à paz e segurança internacional”, prosseguiu.

Massari pediu para a “Rússia parar sua ação imediatamente e retirar suas forças militares do território ucraniano e, suas fronteiras internacionalmente reconhecidas, incluindo águas territoriais”.

O embaixador lembrou ainda como a Itália, juntamente com os parceiros da UE, está intensificando seu apoio financeiro e material para fortalecer as capacidades da Ucrânia, com um montante de aproximadamente 110 milhões de euros.

“Também estamos determinados a fornecer maior apoio humanitário para ajudar o povo ucraniano nestas circunstâncias dramáticas”, acrescentou o italiano, garantindo que “a Itália continuará ativamente engajada, em estreita coordenação com seus parceiros e aliados europeus, em favor do fim imediato dessa agressão e em apoio ao retorno urgente a um caminho pacífico”.

Brasil

Durante a sessão extraordinária da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, o Brasil reforçou a posição do país contra a Guerra na Ucrânia e pediu uma negociação diplomática “a favor da paz” do território invadido por tropas da Rússia.

“Reiteramos nosso pedido para um cessar-fogo imediato”, disse o embaixador brasileiro Ronaldo Costa Filho durante a sessão que discute a crise no leste da Europa.

“Estamos com um aumento rápido das tensões, que podem colocar toda a humanidade em risco, mas ainda temos tempo para parar com isso. Acreditamos que o Conselho de Segurança ainda não exauriu os instrumentos que tem a disposição para contribuir para uma solução negociada e diplomática, a caminho da paz”, completou.

O embaixador brasileiro disse ainda que a comunidade internacional precisa “fazer o que for preciso antes que seja tarde demais” e ressaltou que não há motivos de segurança que justifiquem o uso da força pela Rússia.

“Estamos testemunhando uma sucessão de ofensas que, se não forem contidas, poderão levar a um confronto maior. E todo mundo vai sofrer, não apenas aqueles que estão lutando.A situação atual de forma nenhuma justifica o uso da força contra a integridade territorial e soberania de nenhum Estado integrante de ONU. É contra os princípios mais básicos que nós defendemos e estão na carta da ONU”, concluiu Costa Filho. (com dados de agências internacionais)

Comunità Italiana

A revista ComunitàItaliana é a mídia nascida em março de 1994 como ligação entre Itália e Brasil.

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