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À margem do G7, Itália apoia adesão de Finlândia e Suécia à Otan

15 de maio de 2022 - Por Comunità Italiana
À margem do G7, Itália apoia adesão de Finlândia e Suécia à Otan

A Itália apoia fortemente a entrada da Suécia e da Finlândia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), declarou o ministro das Relações Exteriores, Luigi Di Maio, na última sexta-feira (13). “Estamos muito satisfeitos em recebê-los na aliança, uma aliança que garante a paz há décadas”, enfatizou o chanceler italiano à margem do G7, na Alemanha.

Finlândia e Suécia são integrantes da União Europeia (UE), mas historicamente preferiram manter uma posição de neutralidade entre a aliança ocidental e a Rússia. No entanto, a invasão à Ucrânia, motivada pela crescente aproximação de Kiev com o Ocidente, fez os dois países repensarem seu status atual.

Apesar disso, o Kremlin já ameaçou tomar contramedidas caso as nações escandinavas se juntem à Otan.

O apoio da Itália é declarado no dia em que o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, disse ser contra a entrada de Finlândia e Suécia na aliança.

Durante encontro com o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, na tarde de sexta, Di Maio também anunciou que a Itália apoia a tentativa da Ucrânia de ingressar na União Europeia (UE).

“A Itália apoia a Ucrânia e continua trabalhando para promover um processo diplomático para alcançar uma paz duradoura (na Ucrânia)”, escreveu o ministro italiano no Twitter, ressaltando que o governo do premiê Mario Draghi “apoia a adesão da Ucrânia à UE”.

“Para a Itália é essencial construir um caminho de negociação para alcançar a paz que seja o mais colegiado possível. Precisamos abrir uma mesa com a presença dos atores internacionais mais relevantes”, acrescentou.

Crise alimentar

Em relação à crise alimentar, Di Maio lembrou que “o aumento de preços que estamos testemunhando é preocupante” e “corremos o risco de uma guerra mundial do pão”.

Segundo ele, no próximo mês, a Itália, em colaboração com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), apoiará uma iniciativa para enfrentar a crise alimentar na área do Mediterrâneo.

“Não é válido apenas para o continente europeu, há países africanos que estão sofrendo e estão vendo os preços subirem dramaticamente e isso tem consequências para a fome e os fluxos migratórios”, enfatizou.

Por fim, Di Maio explicou que trabalhará com “os países mediterrâneos para ajudá-los a diversificar as fontes de abastecimento de necessidades básicas para evitar a fome e os fluxos migratórios”.

G7 diz que não reconhecerá fronteiras ‘impostas com a força’

Os ministros das Relações Exteriores do G7 divulgaram no sábado (14) um comunicado conjunto em que afirmam que jamais reconhecerão fronteiras modificadas pela Rússia com a força.   

A declaração chegou ao fim de uma reunião ministerial do grupo no resort de Weissenhaus, na Alemanha, que se concentrou sobretudo na resposta à invasão contra a Ucrânia.   

“O G7 nunca aceitará modificações de fronteiras impostas com a força”, diz o comunicado final da cúpula, que segue a linha do “mais do mesmo”, com a promessa de novas sanções contra Moscou e de novas remessas financeiras e de armas para ajudar Kiev.   

“Como G7, temos um papel central em garantir que os efeitos globais dessa guerra não joguem o mundo em uma crise incontrolável, como fome, instabilidade, insegurança energética e erosão dos valores democráticos por meio da desinformação”, afirmou a anfitriã Annalena Baerbock, ministra das Relações Exteriores da Alemanha.   

Ela ainda acusou o Kremlin de desencadear “intencionalmente” uma “guerra do trigo” contra diversos países, ao bloquear os portos da Ucrânia, um dos principais exportadores do grão. “Não se trata de um efeito colateral. É uma ação de guerra híbrida que mira dividir nossa posição unitária contra a invasão à Ucrânia”, acrescentou Baerbock.

O G7 também cobrou de Belarus o fim do apoio à Rússia e fez um apelo para a China “não fazer as sanções fracassarem”. Além disso, o grupo formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido se comprometeu a aprovar novas sanções contra setores cruciais da economia russa, uma referência velada ao mercado de óleo e gás.   

O G7 ainda se comprometeu a lançar uma “aliança global para a segurança alimentar”. “Escutaremos e trabalharemos com os parceiros de todo o mundo para atenuar quaisquer impactos em suas economias causados pela guerra de Putin”, diz o comunicado. (com dados da Ansa)

Comunità Italiana

A revista ComunitàItaliana é a mídia nascida em março de 1994 como ligação entre Itália e Brasil.

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