Ideia partiu do ministro da Família, Lorenzo Fontana

O ministro da Família da Itália, Lorenzo Fontana, fez uma proposta favorável à abolição da lei Mancino. Esta condena gestos e ações relacionadas à ideologia nazifascista.

“Revoguemos a lei Mancino, que nestes anos estranhos se transformou em uma margem normativa usada pelos globalistas para cobrir de antifascismo o racismo anti-italiano deles”, escreveu o político em sua rede social.

“Os manipuladores da retórica do pensamento único podem ter certeza de uma coisa: o grande erro deles foi revelado”, acrescentou Fontana. Negando que exista emergência racista na Itália.

Introduzida em 2016 como reação a opiniões como racismo, xenofobia e homofobia, a norma prevê de dois a seis anos de prisão. Também para aqueles que minimizam os efeitos de crimes como o nazismo, o fascismo e o holocausto. Não só para quem os negam.

Desde que tomou posse, Fontana já se envolveu em outras polêmicas. Como foi no caso que disse que as “famílias gays não existem”.

(com informações da ANSA)