Porque foi essencialmente um homem de letras, raro, integral, sob uma espécie de baricentro borgiano, com seu Aleph, vivo e fascinante Jorge: monge beneditino, no coração da pós-modernidade, cujo incenso, na liturgia da palavra, era o cachimbo, ceci n’est pas une pipe, que compunha ao seu redor uma densa

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