É como se percebe um meio copo cheio -ou vazio. Isso ficou claro para mim quando li, recentemente, o ensaio On Transience, de Sigmund Freud. Freud passeava no verão de 1913 com dois amigos pelos Alpes Dolomitas, na fronteira entre Áustria e Itália, admirando a exuberância da paisagem, quando o

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