Versões especiais estão dando uma nova cara ao doce pascal

A colomba pascal é um doce tradicional do feriado católico de Páscoa. Bastante popular na Itália. Contudo, nos últimos anos, as versões artesanais têm ganhado cada vez mais espaço entre os consumidores.

De acordo com a Confederação Nacional de Artesanato e da Pequena e Média Empresa (CNA), esse setor comercial movimentará 10 milhões de euros neste ano.

Em Pompeia, por exemplo, o confeiteiro Marco De Vivo propõe a “colomba-zeppola” – uma junção da massa com o tradicional pastel doce da festa de San Giuseppe, celebrada no dia 19 de março.

Outra tendência da Páscoa deste ano é a massa fermentada por meio de lactobacilos e leveduras. Andrea Ceracchi, da confeitaria “Maciste a Cori”, deixa o preparo em repouso por seis meses em sacos entre vinhedos para enriquecer o aroma do doce.

Anos de pesquisa também permitiram ao cozinheiro Giuseppe Mascolo desenvolver em Visciano, nos arredores de Nápoles, a massa da colomba com café, misturando aminoácidos com os grãos.

Na Toscana, por sua vez, costuma-se deixar os mostos de “Vin Santo” (vinho que é servido como sobremesa) nos recipientes de fermentação até a Semana de Páscoa, como ocorre na vinícola de Carpineto.

Já os “Irmãos Taibi”, que administram há 30 anos um pequeno estabelecimento de doces no interior de Agrigento, fabricam a colomba com uma cobertura de creme de pistache. (com informações da Ansa)